quarta-feira, dezembro 28

Meine Schmerzen...

A vida nunca é do geito que agente quer
lutei até onde pude, mas fui derrotado por minha propria mente nécia e fraca
agora eu acabo sozinho, como no começo
as minhas companias sempre são passageiras
infelizmente não sei manter-las, infelizmente a perdi...e por culpa minha
amigos pra quê? se os que tenho são meus proprios inimigos?!
a solidão, devo admitir, q não é muito boa, mas eu acabo me acostumando...
o sangue que agora vomito, jorra de minha garganta, quente e ácido, até que me dá prazer
 se perdi o que era mais importante na minha vida, de que adianta viver de bem com a vida?!
amor, amor? amor pra que?! A única coisa que ele faz é nos tornar fracos, imbecis
faz nos sacrificar , nos faz sangrar, nos faz odiar e no final sé perdemos
piedade, piedade? piedade pra quê?! Se nunca usaram de tal qualidade comigo por que devo usar para com os outros?!
o meu animo que já era pouco agora acabou, e acho que nunca mais vou recuperar
por que quem o tinha se foi...se foi pra sempre...
as minhas lágrimas são o que me restava de compaixão saindo de meus olhos
você aceita as minhas lágrimas "amour"?! É, sabia que não...
você se compadece de meu sofrimento agora?! É, antes quem sabe sim...hoje não mais...não é?
É, real felicidade já tive, quando disse aquilo, quando disse que não tive, eu menti! Mas você quer que eu faça o quê?
 se quiser que me humilhe eu me humilho! Eu serei o que você quiser que eu seja!
minhas mãos avermelhadas com o meu sangue, um dia já te tocaram...e agora tocam um sangue putrefato e impuro
bom, se chegares a ler isso, bom...caso não, q diferença fará se pra ti morri?!
mas mesmo assim...sejam felizes! acho que sem mim a felicidade brota pra todos! Vocês não concordam?!
mas como sou sempre sozinho, sempre estarei no mesmo lugar te sperando
quer dizer, caso você chegue a voltar...
"você me perdoa"? queria eu que fosse simples assim você me perdoar de verdade
mas caso me perdoe, sei lá, quem sabe dimunuo um pouco meu desejo impetuoso por vingança
mas caso não, sem problemas, continuarei como estou
eu precisei de você...e ainda preciso
mas acho q você naum precisa mais de mim, não é?!
poderia passar a tarde escrevendo, afinal de contas deixei tudo o que tinha para fazer hoje só pra falar com você
mas não quero escrever um livro...adeus! mas se ainda quiser conversar estarei aqui...

quarta-feira, novembro 9

Contos de Smerlldar

A história que se segue faz parte de meu conto chamado "Contos de Smerlldar", onde conto a história como sendo Malnnil, um dos protagonistas deste conto fantasioso baseado na mitologia escandinava e celta. Espero que gostem.

Era solstício de verão, um dia tão agradável

O canto dos pássaros apaziguavam  a minha alma
Enquanto caminhava em uma estrada no meio de um bosque
Eu avistei um anão que me disse que bem perto dali havia uma vila
Onde vivia um sábio, que sempre estava bebendo hidromel na taverna local
E que ele poderia me ajudar a achar o que eu estava procurando
Algo que me deixou intrigado, por não entender como aquele anão fumando seu cachimbo poderia saber pelo que eu a tanto procurava
Mas mesmo com minhas duvidas continuei na estrada de pedras incrustadas
Até que cheguei à aquela tal vila, um lugar pacífico e bem alegre
Era Smerlldar, a "Vila do Comércio" daquela região das Terras Völspa
Chegando a vila um residente local veio cumprimentar-me e me convidar para desfrutar de sua hospitalidade
Eu logo aceitei, pois minha viagem havia sido longa e cansativa.
Ele me ofereceu pão fresco, o seu melhor presunto de porco e hidromel
Em seguida me questionou:
- Meu rapaz, o que traz você aqui, à nossa humilde cidade - disse isso com uma risada com um semblante bem alegre em seu rosto - veio negociar? Comprar suprimentos? Passar a noite, ou simplesmente desfrutar de minha hospitalidade? - Mais uma vez deu uma risada. Seu nome era Johill, um homem muito bom, e de coração puro, e que era famoso por sua hospitalidade e por suas aventuras fora da vila.
Vim atraz de um sábio que passa seus dias a beber hidromel na taverna local - Respondi.
Ah! Procuras pelo velho Kendorth? Haha! Ele é um grande amigo meu, além de parceiro de aventuras! Mas... - interrompido por um gole de hidromel - o que queres com o velho Kendorth? - Perguntou Johill.
Preciso saber sobre algo que acho eu que só ele pode me dizer - Disse eu. Está bem! - Disse Johill enquanto levantava-se da cadeira e vestia seu casaco - Vamos a tal taverna para que possas conversar com o velho.
Saímos então de sua casa e chegamos a tal taverna, e lá estava, um senhor forte, de cabelos louros já quase que todo grisalho, e ele estava bebendo seu hidromel como de costume.
Kendorth, meu velho! - disse Johill estendendo seus braços para um abraço.
Olá Johill, seu velho tolo! - Enquanto abraçava Johill e lançava gargalhadas.
Este jovem fez uma viagem bem longa apenas para ter um pouco de sua "sabedoria"! Haha! - disse Johill com um tom de sarcasmo quando disse "sabedoria".
Oh! Meu jovem, vieste só para me ver? Então diga, diga o que deseja! - Disse Kendorth bem sorridente.
Eu vim atrás de Krruock"Troll - palavra em Triolla Mûn que traduzida significa "Matador de Troll".
O clima fechou entre eles, seu semblante mostrava preocupação e temor. Kendorth exclamou com um tom de medo: Meu rapaz, não fale mais este nome aqui! Meu Rapaz, tu és tão jovem, não vá atrás dessas lendas sobre heróis contadas pelos anões! Isso não lhe levará a nada, e se levar será à dor!
Mas senhor, preciso achar respostas sobre ele! Vê este cordão que porto? foi me dado por meu pai, e é passado por nossa descendência há um longo tempo, e a única coisa que há nele escrito é isto: "Krruok"Troll". E é a única informação que temos do primeiro portador deste cordão! Um Anão chamado Ghrandir me disse... - fui interrompido por Kendorth, que então disse com um tom de espanto - Ghrandir! Você disse Ghrandir, o "Anão da Barda de Ouro"?! Aquele que tem um irmão cujo nome é Beimbrar, o "Anão da Barba de Bronze"?! Eles são dois loucos ferreiros que adoram uma confusão e uma jornada em busca de um tesouro maluco perigoso!
Mas senhor! O cordão! Preciso saber mais sobre ele! Por favor! - Disse Malnnil.
Ham! - suspirou Kendorth - Está bem meu rapaz, o que posso lhe dizer é o seguinte...
Continua.

Caso tenham gostado, comentem, pois em breve espero terminar este livro e disponibilizar para a leitura de todos os interessados e amantes da literatura fantástica. Desde já agradeço.

terça-feira, novembro 8

O Fim de Uma Era


Cheiro podre da hipocrisia no ar
Posso sentir a sua corrupção dando morte a quem não devia
As velas negras estão hasteadas
E sopram com a fúria do mar
Tento ver em meio a tempestade um pouco de sanidade em você
Minha mente vagueia no temor dos tolos
Mesmo sem querer vou à busca daquele ouro conseguido com sangue
A ambição me consome com aquele desejo de poder
Meu coração é traiçoeiro e pervertido
Queria poder dizer a você o quanto mudei, mas não posso
Uma maldição em mim, o ódio que corrompe o meu ser
Posso ouvir o sussurro da morte, que como que amiga do destino me dá uma segunda chance
Crio um deus pra mim, criou uma humanidade para sofrer e ser morta por mim
Tão profano e sem amor é o seu canto, em uma igreja de mentiras
A pólvora explode a última esperança, e eu sei o quanto sou frio
Os meus olhos ardem com a podridão que exala dos corpos
Que foram ali jogados para disfarçar o purgatório que havia ali
Você não quer saber, mas a sua alma sabe que seu fim chegou
O fogo queima os prédios, e a carnificina começa!
É meu amigo, é o fim da Era, o fim de todo o começo de esforços míseros para alcançar a imortalidade e a paz que nunca existiu!
E, se mentir é feio, não encarar a realidade é muito pior
Terminamos agora com brasas que nos transformam em pó de injustiça que nos maquiava como sociedade visionaria!

quinta-feira, outubro 20

Inferno

Estava no Limbo, entre aqueles que não são considerados salvos nem condenados, quando uma alva aura iluminou-me e disse-me que, nessa vida, de nada importam amores e contradições... Falou-me que amores são seculares, e que passam com o tempo; e as contradições, ah! as contradições... não existem! Disse-me ainda que todos aqueles que acreditaram em alguma existência de tais jaziam em um pequeno vale.
Implorei que levasse-me a esse vale e, ao seguí-la, atentei-me em observar o destino de almas que não agradaram a Deus e nem ao demônio... A todo momento clamavam por minha ajuda e estendiam-me suas mãos fétidas, onde corriam larvas que alimentavam-se do líquido rubro que escorria de imensas crateras abertas em suas dermes.
Compadeci-me e, ao estender minha mão a uma delas, eis que a sublime aura impediu-me... Desse modo, compreendi que crer em homens não é a opção mais sábia a se fazer... Nunca fora.
E aqueles que não compreendem, tolos se fazem, pois deixam de ver que a única sentença existente no mundo é a morte, e tudo que fazemos ou pensamos fazer, é em função dela. Dessa alva aura sentencial que nos permite enxergar o que não queremos ver.

sexta-feira, outubro 14

Sobreviventes da Decadência


Vem, vem, vem!
Vamos fugir de casa porque as regras já não nos afeta
Os tiros estavam lá para chamar toda a diversão dos tolos
Os mortos cantar junto com os demônios da guerra
A luta diária para combater todas as escórias
Crânios em todo lugar como que um adorno
O céu é negro e perfeito para esse dia de chuva


Vem fugir com a gente, fugir da morte e da doença
Lutar com a gente, ser um herói nesta matança sem sentido
Somos todos sobreviventes da decadência!




Correr, correr, correr!
O mais rápido você pode com suas armashonra e coragem para as montanhas
No mundo real, você tem que lutar contra todos os que afirmam ser bons
A lei não sobreviver, temos que matar toda a sociedade hipócrita
A luta diária para combater todas as escórias
Crânios em todo lugar como que um adorno
O céu é negro e perfeito para esse dia de chuva


Vem fugir com a gente, fugir da morte e da doença
Lutar com a gente, ser um herói nesta matança sem sentido
Somos todos sobreviventes da decadência!

Tudo de Novo (Memórias de um Soldado)

Hoje eu acordei com medo
uma sonho de luta
lembrando dos soldados
de bombas e balas
a conquista de Iwo Jima
a tristeza de minha mãe

Tudo o que eu tentei esquecer,
retornou como estilhaços na minha cabeça
tudo de novo
todos os corpos
tudo de novo
todos mortos
mais uma vez
o cansaço
o sangue em minhas mãos
você não pode entender

destruímos tudo o que tinham
Era tudo tão insano
socorristas cuidavam de quem estava ferido
tudo parecia tão  irreal
mentiras sobre a guerra em nossas mentes
e suicídio cometido por muitos japoneses

Tudo o que eu tentei esquecer
retorno como estilhaços na minha cabeça
tudo de novo
todos os corpos
tudo de novo
todos mortos
mais uma vez
o cansaço
o sangue em minhas mãos
você não pode entender
este é o meu tormento
a meu fim

terça-feira, outubro 11

Nothing Can Be Explained




Perdida no caminho, ninguém para culpar, ninguém para dizer... Nada a fazer com o meu caminho, tudo está mudando... Perdida, me sinto um pouco como uma criança que perdeu, tudo está mudando muito, eu não suporto toda essa dor... Tudo está mudado, eu pensei que faria tudo através da dor.
Dando a chance eu dançaria alegremente no túmulo de alguém que não mostraria remorso.
Nada é plano, nada pode ser explicado... Nada.

quarta-feira, setembro 21

E por isso canto este Fado


Tu és o amorzinho da minha vida
E é aquela com quem eu mais me apeguei
Por ser sincera inteligente e bonita
Tu também gostas muito de mim, eu sei.

Aquela por quem eu carrego sem resmungos o cargo
Eu fui o primeiro amor q tu tevês
E por isso a você canto este fado
Amar-me de verdade tu deves...

Ficar mais um pouco ao seu lado,
Queria eu ter mais tempo para você
E por isso canto este fado
Não quero nunca deixar esta paixão morrer.

Tudo que pensávamos ser eterno, e descobrimos que muito é tão pouco
A dificuldade assola os nossos corações por estarmos tão distantes
Tu me quiseste mesmo assim, tão louco
Somos um casal raro, algo quase que inexistente

Sei que por ti sou muito amado
E tu também és muito amada por mim
E por isso canto este fado
Sendo assim
Acabo meu fado
Sou o significado de “Amorim”
E com denodo lhe trato!

Cogitationes Meas

Quantas coisas já quis dizer-te através de meus olhares cegos e tímidos... Quantos odores já quis que sentisses através da ponte que interliga nossos corações... Quantos pensamentos sobrevoaram o rio da distancia e levaram-me ate tua face pálida, como uma leve brisa veraneia... Cansei-me de tentar nadar incansavelmente contra a correnteza do meu amor, pois apos libertar-me da cela da opressão que aprisionava-me, compreendi que minha alma anseia ter-te comigo, compreendi que meu corpo ensanguentado prossegue guiando-me aos teus aposentos...Mesmo sem estar, e o dono de minhas palavras "coxas" e de meus pensamentos "rotos" e que venhas ao meu encontro, para que eu possa mostrar-te tudo que outrora não pude... Para que eu possa entregar-me a ti como jamais entreguei-me.. Para que eu possa, enfim, ser o néctar que dança em tuas veias e te faz pulsar.

sexta-feira, setembro 16

Pela honra de seu Jollie Rogers!

Iarr! Essa é a história dos guerreiros dos 7 mares! Glup!(um gole de Rum) Há muito tempo, haviam ainda aqueles que lutavam pelo seu Jollie Rogers...
"O vento soprava nas velas levando-os ao seu destino.
o mar contra a poupa, o temido "Mar Tenebroso"
a terra tão distante avisava o infinito
suas amadas tão longe, a chorar pela despedida
espadas em suas cinturas, e armas cheias de pólvora
a esperança de que um dia pudessem ser ricos
suas barbas cheias de rum derramado mostravam o tempo de mar
todos pela honra de seu Jollie Rogers procuravam o defender
El Dorado era seu destino, por que queriam ser feliz sonhando
Navegando por mares desconhecidos
e a todo momento vinha o receio de encontrar-se no armário de Davie Jones
a mísica dos acordeons e violinos se estendia pelo barco junto aos cânticos de bêbados
Os de coração fraco eram puxados para o mar pelas sereias
'muita carne e rum!'"-Gritavam eles com orgulho e com um grande urro, haha! bons tempos esses!
"A tempestade os mudava de caminho e faziam se lembrar da família
a Marinha botava as cabeças deles a premio
mas eles lutavam até o fim!
Não temiam as cortes, eram executados como heróis para muitos!
O capitão contava as histórias que tinham ocorrido no mar, a luta contra o Kraken, e como suas barbas quase caíram com a presença de Teach!"-Glup! Glup! Aah! Vocês devem se perguntar "qual o motivo de eu estar contando essas histórias?”, pois bem...os piratas lutaram pelos seus ideais até o fim, encararam os seus medos, morreram com honra, viviam cantarolando e bebendo...e vocês...será que não podem tentar um pouco de alma "marítima", e viverem felizes? Lutem, conquistem, honrem, e se divirtam!
Pois a vida só está ganha para aqueles que batalham, e tem uma causa pelo que batalhar! a causa dos piratas era pelo seu Jollie Rogers, você deve encontrar o seu Jollie Rogers e proteje-lo...até o fim!
yo-ho! yo-hoho! yo-ho...

Furyo Kako Omoide

Um gole. Um ato. Um bipe... Desespero. Lagrimas. Dor... Naquela maldita noite, sob aquele maldito céu azul anil, aquele protótipo de mente medíocre tentara roubar de si mesmo o que pensava que o afligira... E eu, até então, nunca havia pensado que um simples roubo deixar-me-ia tão abatida... Não tenho conseguido agir normalmente, pois tua figura caótica e sublime ainda persegue-me... Sinto-me reles e a culpa me assombra por não ter te impedido...
E a dor, que sempre fora maçante e sempre me acompanhou, hoje, acentuou-se de maneira que já não mais consegui sentir o abraço da brisa congelante do inverno.
E o teu semblante... E o teu sorriso... E o teu olhar... Malditas imagens que, aos poucos, se esvaem da minha mente... E, mesmo assim, sigo pedindo aos alvos anjos celestiais que te protejam como nunca te protegeram... E que, ao findar da manhã, tais anjos provem sua existência e tragam de volta o meu ser outra vez, para que nunca mais escorras para longe do que será eternamente teu...

quarta-feira, setembro 14

A Floresta dos Bardos pt.2


A tanto que procuro entender, pois sei que nunca viverei o suficiente
tenho uma visão dos meu ancestrais, perto de uma Grande Árvore
sei como sou, mas não o suficiente
quando todos dormem os seres da noite festejam
um grande banquete de inverno, regado a boas bebidas
em um lugar fértil e com bons frutos o meu povo vive bem
a guerra não é mais uma razão e sim um ato de seres alienados
o ar mais puro está na noite de um céu bem adornado de estrelas como que um romance astral
você pode sentir a sua alma criando raízes no lugar sagrado
onde os mais honrados já se foram
um tempo perdido em um grande 3
sabendo-se que já encontramos aquele que pode nos tornar imortal
as portas para um novo começo se abrem
você está perdido, mas se encontra no grande circulo
na Floresta dos Bardos.

A Floresta dos Bardos

A noite cai, como que entristecida e sombria
a lua ilumina aquilo que não podemos enxergar, ou simplesmente não queremos
estou pensativo, sobre o que eu realmente quero
penso se vale a pena aproveitar o ultimo resquício do sol
sabendo que sou fraco, mas mesmo assim luto
em meio a todo este crepúsculo as sombras dançam e rodopiam
e toda a minha fraqueza se torna bela
querendo ser forte, mas vendo que sou tão negro como as sombras.

Nem o sangue é tão vermelho quanto o meu ódio
na fogueira, na floresta as cinzas levam embora você.

Uma noite calma e pacata, onde nós caminhamos sobre os mortos
depois de tanto sofrimento queremos um pouco de paz
a grama baixa, e algumas gotas de orvalho
dentro do circulo sagrado as flautas ressoam como que dominantes
seres de natureza imaculada são aqueles que nunca existiram
e eu sou apenas um tolo que escreve o que lhe vem a mente
esperando algum dia um motivo para sair desta floresta mórbida e sem vida.

terça-feira, setembro 13

Fantasma do Inverno


frio

memórias frias e mórbidas
passos na neve, vermelha de sangue
um coração de soldado
a lamina de sua fúria decepa as almas
enquanto sua mente luta contra a dor

o vento em seu rosto
o fim de uma era

a tempestade de emoções
um fantasma do inverno
memórias queimando em cinzas
um sussurro
em meio a toda a escuridão, eu não ouço você, e você, pode me ouvir?
você pode, ou tenta, sentir o que eu sinto, mas, não pode!

como um lobo solitário caminhando
em meio a todas mortes
converso com meus ancestrais
estou fazendo o que é certo?
por favor me diga! agora!

o vento em seu rosto
o fim de uma era

a tempestade de emoções
um fantasma do inverno
memórias queimando em cinzas
um sussurro
em meio a toda a escuridão, eu não ouço você, e você, pode me ouvir?
você pode, ou tenta, sentir o que eu sinto, mas, não pode!

Minhas perguntas vagam como os ventos
mas como o gelo, sou frio e cortante
os meus pecados perante a tua face
você me deu tudo o que podia
e nem com o meu coração em suas mãos eu pude pagar

o vento em seu rosto
o fim de uma era

a tempestade de emoções
um fantasma do inverno
memórias queimando em cinzas
um sussurro
em meio a toda a escuridão, eu não ouço você, e você, pode me ouvir?
você pode, ou tenta, sentir o que eu sinto, mas, não pode!
minha consciência está me matando, e quero alguém para estar ao meu lado!
alguém! por favor tire este peso de mim! para que eu possa ser feliz! um dia...