Como consegues ser tão feliz? Como consegues viver com essa máscara de aço? Como vives nessa cúpula falsária? Ah! Como mentes bem... Tua ostentação é tão verdadeira aos olhos de quem não entende... E continuo a questionar: pra quê te afogas em tuas próprias mentiras? Pra quê finges, se, quando a luz findar, tu estarás só, e a vergonha te acusará incessantemente? Ah! Como mentes bem... Afinal, inventores brilhantes têm que ser providos de Inteligência para que não sejam engolidos pelas suas próprias criações, como acontece nos filmes, e tu, ó criatura hipócrita e mesquinha, criaste um ninho tão maçante para tua metamorfose cumulativa. E como ainda consegues me ganhar com tuas histórias? Sigo sem saber...
Ah! Como mentes bem... Projeto de ser errôneo e insalubre, como mentes bem... Ensina-me!
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